MÉTODO DE AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE ANTIOXIDANTE TOTAL PLASMÁTICA DE AMOSTRAS DE CÂNCER DE MAMA PELA TÉCNICA DE QUIMIOLUMINESCÊNCIA DE ALTA SENSIBILIDADE
Trata-se da padronização e adaptação de uma técnica para estimativa dos níveis antioxidantes totais plasmáticos pela técnica de quimioluminescência de alta sensibilidade (TRAP). A avaliação da TRAP disponibiliza um status das alterações inflamatórias sistêmicas servindo como um importante marcador de estresse oxidativo para a determinação do seu significado no contexto clínico da doença.
Essa estimativa é por meio da reação entre os lipídeos do plasma humano e o composto 2,2-azobis (ABAP), que forma lipoperóxidos, e posterior adição do luminol, que amplifica a emissão de luz, captada pelo luminômetro. Quanto maior a quantidade de antioxidantes na amostra, maior o retardo na subida da curva do ABAP, que corresponde ao impedimento na formação de lipoperóxidos devido ao nível de antioxidantes de baixo peso molecular. Portanto, essa técnica permite a determinação da capacidade antioxidante de amostras biológicas, possibilitando maior compreensão acerca do desbalanço de processos de redox, podendo representar um marcador com valor diagnóstico e prognóstico no câncer de mama